25/04/2015
O pedido que não veio, e quiçá nunca virá
Após o feriado, nos impactamos com os números do balanço da Petrobras - entre desvios de corrupção e perdas provocadas por má gestão, o rombo atingiu R$ 51 bilhões; o endividamento, de R$ 61 bi em 2010, chegou a R$ 282 bi em 2014 (1º governo Dilma). Pois ontem, protegida da imprensa, a presidente limitou-se a dizer que a Petrobras "superou problemas de gestão" (???) e "virou a página" (???). Como assim, cara pálida? Dilma detona a maior estatal brasileira e decreta melancolicamente que o passado passou? Não teria sido mais honesto um pedido de desculpas?

Postado por Equipe do Blog às 09:21
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Teresa Ferrão
25/04/2015
A mentira da vez

Coluna Panorama Político ("O Globo") conta que o PT vai usar o programa de TV nacional do partido, no dia 11 próximo, para tentar "limpar sua barra" no escândalo de corrupção na Petrobras. Vem aí mais do mesmo, ou seja, "nunca se combateu tanto a corrupção neste País como neste governo", e outras embromações do gênero. Fique atento para perceber qual será a mentira a ser contada pelo marqueteiro João Santana. Que, diante do desafio, a essa altura já pediu que dobrem seu cachê.


Postado por Equipe do Blog às 10:45
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25/04/2015
O passado que insiste em ser presente

Depois de fugir da justiça brasileira para a Itália por meio de passaporte falso (em nome de um irmão morto há mais de 30 anos), o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, o petista Henrique Pizzolato, condenado no mensalão, finalmente vai retornar ao País. Frustrando a defesa, que acreditava que os italianos dariam o troco no Brasil pela não-extradição de Cesare Battisti, condenado lá e mantido aqui por decisão de Lula, e também ao fato do ex-diretor possuir dupla cidadania, foi a primeira vez, segundo autoridades brasileiras, que "um cidadão italiano é entregue a uma nação estrangeira para cumprimento de uma condenação judicial" ("Estadão"). Teria pesado na decisão o combate à corrupção. Quando Pizzolato retornar, o que deve ocorrer na próxima semana, o PT verá que o passado que ele quer esquecer - como tenta nos impingir no caso da Petrobras, e em outros mais - insiste em se fazer presente na memória dos brasileiros.


Postado por Equipe do Blog às 09:53
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24/04/2015
Briga pra mais de metro

Aprovada a terceirização, foi iniciada a temporada de sopapos verbais entre Eduardo Cunha e Renan Calheiros. Cunha disse que a palavra final seria da Câmara, Renan retrucou afirmando que no Senado o projeto terá uma tramitação lenta e longa e, na tréplica, o presidente da Câmara enfatizou que haverá pagamento na mesma moeda se Calheiros engavetar a matéria. Esta é uma briga de titãs, e o governo assiste à confusão de camarote, afinal, com dois dos mais poderosos homens da República brigando, Dilma não fica sozinha levando bordoada na imprensa.


Postado por Equipe do Blog às 05:28
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24/04/2015
Impopularidade, teu nome é...

"Folha" conta que Dilma pode não gravar o tradicional pronunciamento na TV do 1º do Maio, Dia do Trabalho. Assessores avaliam que ela só deveria se expor quando houvesse melhora no quadro político e econômico nacional. No fundo, Dilma receia ter que enfrentar um novo "panelaço", como o que tomou conta das principais capitais do País na última vez em que foi à TV, no Dia Internacional da Mulher. Escaldada, a presidente, que não tem nada a oferecer aos trabalhadores hoje, permanecerá na sombra, até para não reacender a raiva da população. Que fase!


Postado por Equipe do Blog às 11:59
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24/04/2015
Matar ou morrer

Seguindo o caminho aberto por seu colega do Rio, Eduardo Paes, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acionou a União na Justiça para garantir o cumprimento da lei que altera a correção das dívidas de Estados e municípios (do IGP-M mais 9% pela Selic). Que é considerada de fundamental importância para a saúde financeira de São Paulo. A lei foi sancionada por Dilma em novembro do ano passado, mas, devido ao ajuste fiscal, sua aplicação foi adiada para 2016. Eduardo Paes conseguiu na Justiça, entretanto, a garantia de novo parcelamento das dívidas (e o governo devolverá no ano que vem os valores pagos a mais), o mesmo efeito que Haddad deseja obter agora. Pelos cálculos da Prefeitura de São Paulo e do Ministério da Fazenda, se conseguir o que pretende na Justiça, o prefeito conseguiria derrubar o saldo da dívida paulistana dos atuais R$ 62 bilhões para R$ 36 bilhões. Será que Levy vai fazer beicinho e ameaçar se demitir caso Haddad siga irredutível em sua cruzada? Por que o governo federal se recusou a negociar com a Prefeitura de São Paulo? Só vai na marra?


Postado por Equipe do Blog às 11:51
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24/04/2015
Aprendiz de avestruz

Depois de apanhar por criticar a equipe econômica do primeiro mandato de Dilma, e do desgaste sofrido no Congresso na tentativa de convencer parlamentares a não votar projetos que atrapalhariam o ajuste fiscal, o ministro Joaquim Levy parece ter colocado a viola no saco (fala aqui e ali, principalmente no exterior). O ministro saiu dos holofotes, e passou a trabalhar mais nos bastidores do que diante das câmeras para vencer as resistências às medidas que objetivam tirar a economia brasileira da UTI. Mas apesar da estratégia-avestruz de Levy, as críticas, que chegaram a arrefecer, voltarão a pesar quando for divulgado o tamanho do contingenciamento do Orçamento de 2015. No Brasil, ninguém gosta quando a viúva fecha a mão e esconde a carteira.


Postado por Equipe do Blog às 11:40
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24/04/2015
Que assim seja!

A novela envolvendo a Petrobras não tem data para terminar. O presidente da estatal, Aldemir Bendine, porém, já começa a falar, jogar luz sobre o futuro da empresa no curto prazo. Segundo Bendine disse ao colunista Celso Ming ("Estadão"), a queda nos preços do petróleo no mercado internacional teve forte impacto na viabilidade dos negócios da empresa. Mas isso não é tudo. O represamento dos preços internos dos combustíveis, pelo governo federal, para ajudar a segurar a inflação, pesou, e muito, para que a estatal piorasse seu desempenho. Como a empresa foi obrigada a revisar o programa de construção de refinarias, que a deixará mais dependente da importação da gasolina, e, portanto, das oscilações do câmbio, Bendine acredita que o represamento dos preços internos faz parte do passado. A tendência é a paridade dos preços internos com o internacional. Só esperamos que, quando os preços favorecerem a consumidor, o ganho seja transferido. Caso contrário, continuará tudo como sempre foi. No caso da Petrobras, ninguém saiu ganhando - nem a empresa nem o consumidor nem o acionista. Desculpe, quase ninguém. Só o esquema de poder petista saiu no lucrou. Se é que, ao fim e ao cabo, ao somar ativos e passivos, a contabilidade do partido de Lula será positiva.


Postado por Equipe do Blog às 11:32
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23/04/2015
O inferno e as boas intenções

Ao apresentar o balanço contábil da Petrobras, o presidente da estatal, Aldemir Bendine, pediu desculpas, em nome dos empregados da estatal, pelas irregularidades ocorridas na companhia. Depois de mostrar que o prejuízo total da companhia foi de R$ 21,6 bilhões em apenas um ano, com perdas exorbitantes por conta da corrupção que se tornou generalizada nos gabinetes da diretoria da empresa. "A Petrobras foi vítima de tudo isso pelo que ela passou. Somando-me aos 86 mil empregados do sistema Petrobras, sim, a gente está com o sentimento de vergonha disso que a gente vivenciou, desses malfeitos que ocorreram", disse Bendine. Vergonha? Quem está com vergonha de tudo que aconteceu na Petrobras é o povo brasileiro, o mais roubado pelos ratos que infestaram a poderosa estatal. Vergonha e indignação.


Postado por Equipe do Blog às 06:12
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23/04/2015
Reforma na mira

Depois que conseguiu se livrar do polêmico projeto que regulamenta as terceirizações, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, volta agora suas baterias para a reforma política, que já começava a voltar para o habitual banho-maria de sua tramitação. Eduardo Cunha anunciou que pretende colocar em votação os principais temas da reforma, mesmo que não haja consenso entre as lideranças partidárias (em matéria de reforma política, a verdade é que cada partido quer uma para chamar de sua). Desta forma, em vez de infrutíferas comissões especiais nas quais as mudanças na legislação acabam ficando para as calendas por falta de acordo entre os partidos, a reforma política e seus muitos dispositivos irão a voto, e que ganhe a proposta que angariar maioria. Assim deve ser o Congresso. Que alguns ganhem e outros percam, mas que os temas sejam decididos no voto do Plenário, democraticamente.


Postado por Equipe do Blog às 05:25
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23/04/2015
Jogo do morde e assopra

Os membros do governo imaginaram que a presidente Dilma tivesse estabelecido uma trégua com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, após o jantar que ofereceu a ele e sua esposa no Palácio da Alvorada. Se Cunha firmou posição contra qualquer pedido de impeachment e deixou a "presidenta" aliviada, ontem mostrou que não virou o amigo número um do Palácio do Planalto. Apesar de toda grita de sindicatos e dos discursos exaltados de petistas e de deputados dos partidos de esquerda, Eduardo Cunha não recuou um milímetro na sua intenção de driblar todos os artifícios regimentais, e levou até o fim a votação dos destaques que faltavam ao projeto que regulamenta as terceirizações no mercado de trabalho. Para o governo e o PT, agora, resta torcer que o outrora maior amigo da presidente Dilma, o senador Renan Calheiros, continue fiel ao time aliado, e sente em cima do projeto da terceirização. O presidente do Senado, aliás, já deu pistas na tarde de hoje de que poderá engavetar a proposta. Enquanto um cacique do PMDB morde, o outro assopra.


Postado por Equipe do Blog às 04:36
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23/04/2015
Montanha-russa

Um dia depois da divulgação do balanço contábil da Petrobras, o mercado financeiro viveu um dia de gangorra nos negócios tanto na bolsa de valores como no câmbio, com ações e valor do dólar variando mais que biruta de aeroporto. As ações da estatal do petróleo, por exemplo, abriram o dia com forte queda, levando a Bovespa a uma queda generalizada até a metade do dia, quando os ventos mudaram de direção e levaram os papéis da companhia a inverter por completo a curva e fechar o dia com uma pequena alta. Já o dólar teve momentos de queda e de alta se revezando durante todo o dia, mas no final, a moeda americana acabou se posicionando abaixo dos R$ 3 pela primeira vez desde o início de março. No intenso perde e ganha do pós-balanço, a Petrobras acabou saindo ilesa. Menos mal para uma empresa que já perdeu mais de 50% de seu valor de mercado desde que estourou o escândalo investigado pela operação Lava Jato.


Postado por Equipe do Blog às 03:58
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23/04/2015
Quem pariu Mateus que o embale!

Nem tudo são flores pra Dilma após o balanço da Petrobras que, até onde a vista alcança, foi bem-sucedido; mais cobranças virão, mas deu-se um passo adiante. As dores de cabeça da presidente agora são políticas, uma vez que, além da corrupção, que provocou rombo de R$ 6 bi, foram acrescentados R$ 31 bi por má gestão. Isso no período em que Dilma foi ministra, presidente do conselho da empresa, presidente da República... Pior, como jogar a culpa em FH, que não tinha nada com isso e até saiu em seu socorro segurando o PSDB pra não pedir sua cabeça?


Postado por Equipe do Blog às 11:24
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22/04/2015
Com um amigo desses...

O governo Dilma e o seu principal parceiro político, o PMDB, definitivamente demonstram ser inimigos íntimos convivendo sob o mesmo teto. Depois que a presidente sancionou o aumento de provisão orçamentária para o Fundo Partidário, os principais líderes do PMDB passaram a bombardear a decisão. O presidente do Senado, Renan Calheiros, por exemplo, fez duas críticas ao fato de a presidente Dilma não ter vetado a emenda que triplicou o fundo. Disse Renan: "A presidente fez o que havia de pior. Ela sancionou um aumento incompatível com o ajuste fiscal e disse desde logo que vai contingenciar. Ou seja: ela fez as duas coisas ao mesmo tempo e errou exatamente dos dois lados". E não parou por aí. Segundo a "Folha", o vice Michel Temer teria pedido à executiva do partido que arrumasse uma forma de devolver pelo menos 25% dos valores futuros que forem recebidos do Tesouro. Com a iniciativa do PMDB, Dilma ficou sozinha com a brocha do fisiologismo na mão. É dura a vida da "presidenta".


Postado por Equipe do Blog às 05:45
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22/04/2015
Dia de Brasil

Para quem já não se lembra, hoje, 22 de abril, é o dia do descobrimento do Brasil. Mas antes que os petistas se apressem, esclarecemos que esta data não diz respeito ao dia que começou o governo Lula. Trata-se do dia em que o navegador Pedro Alvares Cabral aportou em terras brasileiras e a Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento do nosso País. Os registros históricos confirmam que Lula não estava na esquadra de Cabral.


Postado por Equipe do Blog às 05:15
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22/04/2015
A batalha continua

Câmara retoma hoje a votação do projeto que regulamenta a terceirização. É uma queda de braço: de um lado, PT e aliados, com o apoio de sindicatos, vão lançar mão de manobras pra amarrar a votação; de outro, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, se empenhando para que o projeto avance, para se livrar rápido do incômodo. A "arma" do duelo é o Regimento. No meio de tudo, PSDB e demais partidos se equilibram entre os empresários, favoráveis à terceirização, e as redes sociais, que temem a perda de direitos e o desemprego. É briga de cachorro grande.


Postado por Equipe do Blog às 11:48
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22/04/2015
À espera do balanço

Após o fechamento da Bolsa de New York, hoje, às 17h00, a Petrobras divulga seu balanço auditado de 2014, com o qual pretende iniciar uma nova fase. É preciso recuperar a confiança dos investidores e capitalizar a empresa, que perdeu valor de mercado, não só devido ao escândalo de corrupção, mas também à queda no preço do barril de petróleo no mercado internacional. Segundo "O Globo", entre 31 de outubro e o dia 13 deste mês, as ações da estatal caíram 36,3% em dólar. Somando os recibos de ação negociados em Wall Street, os ADR's, que recuaram 31,62%, a Petrobras viu evaporar US$ 27,1 bilhões em capitalização de mercado, "mais do que um Banco do Brasil". Há ainda um longo caminho a percorrer até que a maior estatal brasileira encontre o caminho da transparência, da boa governança, mas hoje será dado um primeiro passo.


Postado por Equipe do Blog às 11:10
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21/04/2015
Xadrez tucano

Divididos, os tucanos se reúnem sexta-feira (24) para achar uma solução que os ajude a enfrentar, sem descaracterizar o viés oposicionista do partido, a questão do impeachment da presidente Dilma. A tarefa não é simples, exige equilíbrio em posições radicalmente antagônicas - os a favor do impedimento da presidente da República com base nas "pedaladas fiscais" identificadas pelo TCU, mas ainda não julgadas pelo Pleno, como Aécio Neves; e os contra o impedimento, como Fernando Henrique, por entender que não há razão para tratar do tema enquanto não houver decisão legal ou provas concretas de irregularidades praticadas por Dilma. Pressionados pelos movimentos que organizaram as manifestações de rua contra a presidente, os tucanos têm um abacaxi e tanto para descascar na sexta-feira. O mais provável, porém, é que permaneçam onde sempre estiveram - no muro. Há quem veja o imbróglio tucano como falso, jogo de cena que camufla esperteza política. O presidenciável Aécio do lado das ruas pró-impeachment, e Fernando Henrique, ex-presidente e patrono do PSDB, ex-exilado, como a voz da racionalidade pró-cumprimento das estritas regras do jogo. Faz sentido.


Postado por Equipe do Blog às 11:51
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21/04/2015
Em busca da credibilidade perdida

Prevista para amanhã, a divulgação do balanço da Petrobras é o recomeço da estatal, como definiu o ministro Levy, condição para que se comece a enxergar luz no fim do túnel. Afinal, sem resultados auditados - que pode levar à insolvência - não há como atrair dinheiro; e sem novos recursos, como avançar nos projetos de exploração? No mais, é torcer pra que o balanço convença, 1º os auditores, que vão assiná-lo; e depois o mercado, sem o qual não haverá dinheiro para que a estatal dê a volta por cima. Por fim, que o conselho da empresa assine embaixo.


Postado por Equipe do Blog às 10:27
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20/04/2015
Leão guloso

De acordo com estudo realizado pela PUC-RS em parceria com o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, se houvesse uma correção na tabela do Imposto de Renda que viesse a repor a defasagem acumulado em mais de uma década, metade dos trabalhadores assalariados do País simplesmente deixaria de pagar imposto. Segundo o levantamento, o número de contribuintes com desconto de imposto de renda nos salários cairia de 15,1 milhões para apenas 7,6 milhões. Isso porque, de 1996 a 2013, a discrepância entre as correções da tabela progressiva e o índice oficial de inflação somou 61,3%. E neste ano esta defasagem subirá ainda mais, porque não houve correção na tabela, depois que o Congresso deixou de votar medida provisória que reajustava a tabela em 4,5%. Agora, uma nova medida enviada pelo governo criou três faixas de reajuste, que vão de 4,5% a 6,5% de acordo com a arrecadação do contribuinte. Mas como se percebe, mesmo os 6,5% representam apenas 10% da defasagem que ocorreu na tabela nos últimos anos. E o governo ainda diz que em 12 anos promoveu a maior revolução da história na distribuição de renda e no combate à desigualdade? Piada de salão.


Postado por Equipe do Blog às 05:41
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20/04/2015
De cabides e cortinas de fumaça

Na semana passada, o jornalista Ricardo Noblat contou em seu blog a história da chamada "guerra dos cabides", que teria acontecido no Palácio da Alvorada, com uma troca de "cabidadas" entre a presidente Dilma e sua então empregada particular, Don Jane. Na entrevista que concedeu a alguns blogueiros e jornalistas "progressistas" (esses que pertencem a sites e blogs financiados com dinheiro da Presidência da República para falarem bem do governo e demonizarem a oposição), Dilma foi questionada, no final do encontro, sobre a história, e assim teria respondido: "É aquela história da Jane, né? Eles não desistem. Na eleição, tentaram comprar isso. Não vou dizer quem foi, mas foi um jornalista que tentou comprar a dona Jane durante a eleição." Segundo o relato de alguns desses "jornalistas", Dilma teria ficado indignada, e disse que não falava "nem sob tortura" o nome do profissional de imprensa que teria procurado Dona Jane, saindo depois da sala. Pelo que ficou patente, Dilma não negou que tivesse acontecido a guerra dos cabides, mas procurou desviar o problema para a tentativa da imprensa de obter o testemunho de sua empregada. Assim é o filiado ao PT: jamais responde indagações com um simples sim ou não, mas fazendo outras perguntas e desviando o foco para erros alheios. É estratégia usada tanto com uma simples guerra de cabides quanto nas denúncias de desvios de bilhões de reais com a corrupção.


Postado por Equipe do Blog às 03:06
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20/04/2015
Ainda pode piorar

Depois de um refresco na semana passada, os analistas de mais de 100 instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a piorar as estimativas para a economia brasileira em 2015. A perspectiva para a inflação, por exemplo, que havia melhorado no último boletim Focus, voltou a cair dez pontos, e agora a previsão é que o IPCA feche o ano na casa dos 8,23%, número que, se confirmado, representará a pior inflação anual desde 2003 (quando ficou em 9,3%). Para o crescimento do PIB, os economistas do mercado financeiro baixaram sua previsão, na semana passada, para uma retração de 1,03%, contra a estimativa anterior de uma queda de 1,01% em 2015. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 - quando foi registrada uma queda de 4,35%. E isso porque ainda estamos em abril, sem que tenham sido aprovadas as medidas do ajuste fiscal e definido o tamanho do corte no Orçamento, que levará o governo a reduzir drasticamente os investimentos em obras e programas sociais. O fundo do poço na economia parece que ainda está longe.


Postado por Equipe do Blog às 02:33
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20/04/2015
Povão escorre pelas mãos

O jornalista Matheus Leitão, no G1, afirma ter tido acesso ao resultado de pesquisa interna encomendada pelo PT, e que foi realizada apenas entre o segmento de baixa renda das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, e uma capital do Nordeste. Segundo Matheus, o resultado teria revelado um índice de rejeição assustador ao governo Dilma, com a presidente sofrendo uma queda abrupta justo entre os mais beneficiados pelos programas sociais petistas. Sem as elites, a classe média e agora, também o povão, quem sobrará para acreditar nas falácias do PT?


Postado por Equipe do Blog às 01:23
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