25/07/2016
Pulga atrás da orelha
Na "Folha", o ministro Henrique Meirelles disse que se o Congresso não aprovar a proposta do teto para os gastos públicos, o brasileiro terá de pagar impostos mais altos e juros também por um longo período. Digamos que, se o mercado gostou do que ouviu, já que Meirelles afasta o risco de insolvência fiscal, os brasileiros estão com a pulga atrás da orelha. E se o Congresso aprova o teto e surgem novos prejuízos, fruto dos recentes erros de política econômica? Aí o Tesouro terá de abrir o cofre e, com teto e tudo, os impostos subirão de qualquer jeito.

Postado por Roberto Jefferson às 12:15
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Teresa Ferrão
25/07/2016
Enquete: o que é mais patético?

No mesmo dia em que senadores petistas anunciam que já está pronta a tal "carta aos brasileiros" escrita por Dilma, e no qual o ex-senador Eduardo Suplicy acabou sendo retirado à força pela Polícia Militar por estar tentando impedir uma reintegração de posse autorizada pela Justiça, o líder do MST, João Pedro Stédile, fez uma ameaça ao país: a de que, caso o Congresso ratifique o impeachment de Dilma, os seus liderados do movimento não sairão mais das ruas. Qual dos três acontecimentos é mais patético? A carta de uma Dilma que nada de novo sabe dizer; a patética cena protagonizada por Suplicy; ou a "ameaça" do chefe do "exército mortadela"?


Postado por Roberto Jefferson às 05:20
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25/07/2016
O "Fora Dilma" vence

O Instituto Paraná Pesquisas, estimulado pela controvérsia em relação ao último Datafolha, fez uma nova sondagem e os resultados obtidos nas entrevistas com a população - surpresa - ficaram praticamente iguais aos que foram verificados pelo instituto de São Paulo. Os números da aprovação/desaprovação de Michel Temer ficaram todos no mesmo patamar, e o dado que mais causou chiadeira dos petistas - a questão das novas eleições - teve resultado rigorosamente idêntico. No Datafolha, 62% a favor de antecipação do pleito de 2018 para já, e no Paraná Pesquisas, 62,4%. A diferença é que no Datafolha, o instituto questionou se as pessoas eram a favor de novas eleições caso houvesse a renúncia de Dilma e Temer. No Instituto Paraná, perguntou-se se as pessoas queriam novas eleições (62,4%), a permanência de Temer (23,8%) ou a volta de Dilma (11,1%). Ou seja, ao contrário das narrativas petistas e de seus jornalistas e blogueiros fiéis, os brasileiros não querem que Dilma volte e, depois disso, apresente um plebiscito para ser aprovado pelo Congresso. As pessoas simplesmente não querem a "presidenta" de volta, e só topam um novo pleito se os dois renunciarem. Essa é a verdade dos números, o resto é pura desonestidade ou mentira.


Postado por Roberto Jefferson às 05:00
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25/07/2016
Cuidado com o "laranjão"!

Em entrevista, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, fez um alerta que precisa ser ouvido pelos procuradores do Ministério Público, pelos juízes dos tribunais eleitorais, pela turma da Lava Jato e até pela república de Curitiba. Gilmar Mendes, um crítico da proibição do financiamento privado para as campanhas, disse que é preciso que todos fiquem atentos à ação das organizações criminosas que atuam em sintonia com os candidatos a prefeito e vereador. Mendes informou que há preocupação de que haja compra de CPFs de pessoas físicas por empresas, doadores privados ou mesmo organizações sindicais/partidárias, como tentativa de burlar as novas regras. Mendes também reforçou que há uma preocupação com a realização do tradicional caixa 2, considerando o teto de gastos fixado em um valor mais baixo do que em eleições anteriores. O ministro está certo. Se o mensalão foi um escândalo de compra de votos e de financiamento eleitoral por caixa dois, e o petrolão se transformou na canalização de dinheiro de propina como caixa 1, desta vez podemos ver nascer uma nova forma de financiamento criminoso: o "laranjão", com os financiadores usando pessoas físicas para injetar recursos em campanhas. Alô, Dr. Moro!! Olho vivo nestas eleições.


Postado por Roberto Jefferson às 03:41
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25/07/2016
Nuvens se dissipam

O boletim Focus de hoje manteve as perspectivas para os indicadores da economia praticamente inalteradas em relação a este ano, mas melhoraram um pouco mais as previsões para 2017. De acordo com o boletim, a economia encolherá neste ano 3,27% (na semana passada a estimativa era de queda de 3,25%) e a inflação fechará em 7,21% (estava em 7,26% no último Focus). Para 2017, os analistas cravaram a previsão de crescimento do PIB em 1,1%, enquanto reduziram a de inflação de 5,30%. No próximo ano, o teto máximo foi reduzido pelo governo Temer em meio ponto percentual, para 6%, e as projeções dos analistas estariam assim dentro dessa categoria. As coisas estão melhorando aos poucos, e melhorarão ainda mais quando for aprovado em definitivo o impeachment de Dilma.


Postado por Roberto Jefferson às 03:25
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25/07/2016
Proposta indecente

Nada contra a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), mas o projeto que determina que apenas pessoas formadas em medicina podem realizar as populares tatuagens ("O Globo"), de sua autoria, é uma excrescência. Como bem definiu uma tatuadora ouvida pelo jornal, "todo mundo quer comer um pedaço desse bolo", já que a profissão de tatuador, muito rentável, não é regulamentada. E deveria ser, pois a atividade envolve risco à saúde, e como tal precisa de fiscalização; o que não dá é reservá-la aos médicos, que nem artistas são. Ainda bem que este é o pensamento da Academia Nacional de Medicina, que recentemente debateu a proposta. "As autoridades de vigilância sanitária devem fiscalizar o funcionamento das clínicas e estúdios de tatuagem, porque sua confecção pode causar infecção pelo vírus HIV e hepatite, entre outras doenças", declarou ao jornal seu presidente, Francisco Sampaio. Que tal a senadora propor a regulamentação da profissão?


Postado por Roberto Jefferson às 11:25
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