19/09/2014
As peças se movem
Datafolha, que mostra Dilma com 37%, Marina 30% e Aécio 17%, permite algumas conclusões. A primeira: Dilma fez parte do dever de casa, ao conseguir, a duras penas e em um mês de propaganda na TV, reconquistar o eleitor perdido desde a morte de Eduardo Campos (ela estava com 36% na época). Para vencer, entretanto, ela precisa conquistar novos eleitores. A segunda: o furacão Marina perdeu força, mas parece ter atingido um piso, que lhe permite chegar ao 2º turno. Mas Marina ainda precisa dizer a que veio. Disputa presidencial permanece em aberto.

Postado por Equipe do Blog às 10:52
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Teresa Ferrão
19/09/2014
Indeciso impera

Recorte interessante da pesquisa Datafolha é o que avalia o grau de indicações espontâneas, sem apresentação de listas de nomes ao entrevistado. Neste ponto da pesquisa, Dilma lidera com 28%, seguida de Marina, com 24% de menções espontâneas. Aécio Neves vem em terceiro, com 10%. Outros candidatos acumulam apenas 1% de indicações, e aí vem o número mais intrigante: 6% dizem que votarão espontaneamente em branco ou anularão os votos, e 29% afirmam não ter ainda candidato (percentual maior do que as intenções de voto de qualquer candidato). Trocando em miúdos, é um contingente de mais de 40 milhões de eleitores que ainda não sabem em que votarão. Essa massa de brasileiros costuma se decidir (ou não) no finalzinho, depois dos últimos debates e até mesmo no calor da boca de urna. É um número considerável de gente que, ao se mover para um lado ou outro, pode revelar estragos e surpresas na hora da apuração.


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19/09/2014
Avanços e recuos

Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, do IBGE, referente a 2013, mostrou que os brasileiros obtiveram ganhos - a renda média mensal cresceu 5,7% (de R$ 1.590 para R$ 1.681), o saneamento também, de 63,3% para 64,3%, assim como a taxa de analfabetismo dos brasileiros com 15 anos ou mais decresceu de 8,7% para 8,3%. Mas retrocedemos em dois quesitos igualmente importantes: a desigualdade voltou a crescer, o que não ocorria há 20 anos (de 0,497 para 0,499), e a taxa de desemprego decepcionou, indo de 6,1% a 6,5%. Com base nesses dois últimos índices, vai à berlinda a política baseada no tripé aumento do salário mínimo com base na correção da inflação do ano anterior mais a variação do PIB dos últimos dois anos, os programas de transferência de renda e uns pontinhos a mais na inflação para manter a força de trabalho. Isto porque, se a inflação corrói os ganhos de renda - dos salários aos benefícios de programas como o Bolsa Família ao salário mínimo -, o fraco desempenho da economia é incapaz de gerar riquezas a serem distribuídas. O nó, porém, é mais cego do se imagina, pois não basta mudar a política de combate à desigualdade; é preciso ajustar a biruta interna na direção dos ventos que vêm de fora, hoje nada favoráveis. E não só ao Brasil. De qualquer forma, nas últimas décadas sucessivos governos foram capazes de transformar a geometria da desigualdade, tarefa que pensávamos impossível: de pirâmide, sustentada na base pelos mais pobres, passamos a ser um losango, com a antiga base deslocada para o meio. Destacamos ainda que a escolaridade e a inclusão social também cresceram. O terreno é fértil, se bem adubado, pode continuar a gerar bons frutos. É isso que todos os brasileiros esperam - vença quem vencer a eleição.


Postado por Equipe do Blog às 12:58
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19/09/2014
Venceu a razão

Na dúvida, como parecia óbvio, apesar da disputa acirrada, os escoceses cravaram o não no referendo (55% a 45%) e permanecem no Reino Unido, junto com Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte. Como sempre, a economia - no caso escocês, tudo era incerteza, principalmente em relação à moeda - definiu a eleição. Ao fim e ao cabo, a Escócia saiu como a grande vencedora, uma vez que obteve muitos ganhos nas negociações que antecederam o referendo. Para não perder os dedos, isto é, a Escócia, a Inglaterra prometeu mundos e fundos à antiga Caledônia. Que sejam felizes.


Postado por Equipe do Blog às 12:40
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19/09/2014
Concurso de fidelidade

Leitura pormenorizada do novo Datafolha permite ver quem é, no momento, o eleitor mais fiel ao candidato. Dentre os eleitores que, na pesquisa, declararam ter preferência pelo PT, 81% dizem que votarão em Dilma, 11% em Marina e 3% em Aécio Neves. Já entre os eleitores simpatizantes do PSDB, 50% votam em Aécio, 34% em Marina e 10% em Dilma. Para os que se afinam com o PSB, 75% votam em Marina, 11% em Dilma e 8% em Aécio. No quesito fidelidade, o PT, como sempre, continua ganhando. Entre os que afirmam não ter preferência por qualquer partido, Marina ganha, com 35% de menções, com Dilma em segundo (30%) e Aécio em terceiro (14%). Se a força da presidente é a militância petista, Marina conta com a unidade do partido e a preferência dos sem-partido. É briga de gente grande.


Postado por Equipe do Blog às 12:25
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19/09/2014
Número não é mero detalhe

Há um detalhe que está passando despercebido dos candidatos. O número da candidatura, isto é, dos partidos. Segundo o Datafolha, nada menos que 72% dos que afirmam que votarão em Marina não sabem qual o seu número. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, entre os eleitores de Aécio, 55% não sabem qual é o número que devem digitar na urna eletrônica para votar nele, e dos que votam em Dilma, 44% não sabem dizer qual número identifica a candidata. E mais: entre os que afirmam ainda não ter candidato, 60% não sabem o número dos presidenciáveis. Urna é número, portanto, quem não quiser perder votos por este pequeno, mas fundamental detalhe, que trate de corrigir a falha.


Postado por Equipe do Blog às 12:19
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18/09/2014
Só embromation

O relator da CPMI da Petrobras, o petista Marco Maia, afirmou que assim que a Justiça tornar claros os termos da delação premiada de Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da estatal poderá voltar à comissão, diz a Agência Câmara. Cremos que os termos da delação ficarão transparentes, sim, mas depois do 2º turno da eleição. Enquanto cozinham o galo, os governistas criam fatos que nada têm de prático, como a reunião marcada para o dia 23 com ministros do Supremo Tribunal Federal.


Postado por Equipe do Blog às 03:31
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18/09/2014
Generosidade tem preço

O setor de mineração e metalurgia, já de olho nas futuras discussões do novo Congresso sobre a reformulação do Código Brasileiro de Mineração, está se movimentando intensamente nesta eleição. De acordo com levantamento do jornal "Valor Econômico", empresas do setor distribuíram até o momento R$ 91,5 milhões para partidos e candidatos. Empresas como Vale, Arcelor, Votorantim, CBMM, Gerdau, Anglo, entre outras, revelam no fluxo de doações toda sua preocupação com as discussões do Código da Mineração que serão retomadas na próxima legislatura. O encaminhamento da reforma no Código vai mexer com questões fundamentais para o setor, como a questão dos royalties pagos a estados e municípios, a definição sobre quem tem prioridade na exploração de lavras minerais, entre outros aspectos da legislação. O projeto está na Câmara dos Deputados, e não por acaso a maior fatia das doações dessas empresas (nada menos que 42%) foi para candidatos a deputado federal. E mais ainda fora de qualquer acaso, o PMDB, partido que controla o Ministério das Minas e Energia e tem em seus quadros o relator do Código, deputado Leonardo Quintão, foi quem recebeu o maior naco dos recursos (R$ 24 milhões, contra R$ 21 milhões para o PT). Toda essa generosidade das mineradoras tem preço, e a cobrança virá principalmente na hora em que estiver na mesa de discussões o tamanho do aumento do percentual de royalties que as empresas têm que pagar. É jogo sendo jogado.


Postado por Equipe do Blog às 02:08
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18/09/2014
Datafolha no forno

O mercado se agita nesta tarde. Pode ser divulgada no "Jornal Nacional" de hoje nova pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial. Essa sondagem trará uma novidade: os eleitores que indicam já ter escolhido um candidato estão sendo questionados sobre que número irão digitar na urna eletrônica. É uma boa maneira de se averiguar o grau de convicção e de conhecimento da população sobre seus candidatos presidenciais. Em uma campanha que vem se notabilizando pelo sobe e desce dos presidenciáveis nas pesquisas, é uma boa maneira de se averiguar qual candidato conta com a maior fidelidade dos eleitores.


Postado por Equipe do Blog às 01:04
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18/09/2014
Quem paga essa conta?

Como até os azulejos de Athos Bulcão no Congresso já sabiam, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa se reservou o direito de ficar calado na reunião da CPI Mista. Na falta de delações premiadas, governistas e oposicionistas aproveitaram holofotes para ataques mútuos. Se era pra isso, não precisava gastar o dinheiro do contribuinte na onerosa operação para instalar no banco da CPMI um personagem cego, surdo e mudo. Aliás, vocês não acham que deveria caber aos parlamentares arcar com as despesas da cara e inútil sessão com Paulo Roberto?


Postado por Equipe do Blog às 12:49
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18/09/2014
Aécio ajusta a máquina

Único candidato a subir na última pesquisa Ibope, Aécio Neves azeitou a máquina eleitoral. Deixou vazar que vai manter a estratégia de duplo ataque contra as adversárias, explorando o passado petista da candidata do PSB, Marina Silva, de olho na rejeição do eleitor ao partido que está no governo. Em tempos de recessão, inflação no teto e crescimento próximo de zero, o tucano joga todas as fichas na "mudança segura". No "Valor", Armínio Fraga, indicado ministro da Fazenda caso Aécio vença a eleição, dá o rumo do que o ex-governador de Minas pretende fazer para que o Brasil reencontre o caminho do crescimento econômico sustentado - reformas política e tributária, investimentos em infraestrutura, correções microeconômicas e macro para chegar a um superávit primário de 3% do PIB em dois anos. Previsibilidade, confiança e muita Política são o caldo de cultura no qual será cozido o rearranjo que pretende tirar o Brasil do marasmo no qual está metido.


Postado por Equipe do Blog às 11:20
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17/09/2014
Coisa de cinema

O Senado armou um aparato digno de FBI para a chegada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa na sala da CPMI. Diversos carros da Polícia Legislativa, outros tantos da Polícia Federal, imprensa à distância, isolamento do corredor da comissão. Parecia até que um bandido de alta periculosidade estava chegando ao Congresso, algo como um Fernandinho Beira-Mar do colarinho branco. A questão que fica: será Paulo Roberto o bandido maior do esquema criminoso instalado na estatal?


Postado por Equipe do Blog às 12:54
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17/09/2014
Fazendo as contas

Ainda não se sabe o tamanho da nova onda aecista, e se ela tem potencial para se tornar um tsunami, mas nos bastidores já se enxerga uma movimentação nas hostes petistas para direcionar as baterias ainda mais para Marina Silva. Explica-se: a candidata do PSB, de acordo com este novo Ibope, ainda é osso duro para Dilma roer no 2º turno (Marina ganha de Dilma por 43% a 40%). Já Aécio ainda continua perdendo por uma distância razoável para a presidente (44% a 37% para Dilma). Se o PT quiser (ou puder) escolher adversário, Aécio ainda seria o nome. E fica a dúvida: o eleitor de Marina vota em Aécio no 2º turno?


Postado por Equipe do Blog às 12:47
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17/09/2014
Problemão

Mas se a nova onda não se confirmar, e as pesquisas ficarem estáveis, variando aqui e ali, a tendência é de 2º turno entre Dilma e Marina, ainda que o tucano ganhe musculatura, embora não suficiente. E aí há um problemão para Dilma: o eleitorado do Aécio tende a votar em Marina, o que tende a diluir a dianteira da petista nas pesquisas. Com mais um agravante: depois de dispor de um tempo amazônico de TV no 1º turno, no 2º Dilma enfrentará o desafio de apresentar um programa que não seja mais do mesmo.


Postado por Equipe do Blog às 12:23
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17/09/2014
Nova onda?

Depois de 15 dias de estabilização nas intenções de voto, o Ibope de ontem deu nova remexida na corrida presidencial. Em relação à última pesquisa do instituto, Dilma, ainda líder, caiu três pontos e figura com 36%. Marina caiu um ponto e está com 30%, e Aécio, a maior surpresa da semana, cresceu quatro pontos e passou de 15% para 19%. Pelo visto, a estratégia do tucano, de mostrar que Dilma e Marina são "gêmeas siamesas", parece vir dando certo. O PSDB diz que é chegada a hora da "onda da razão". Resta saber qual das duas se afogará nessa onda.


Postado por Equipe do Blog às 12:13
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17/09/2014
Sai debaixo

O debate na TV Aparecida entre os candidatos à presidência ontem teria sido mais um se Aécio Neves e Luciana Genro não tivessem despertado o espectador. Ao fazer perguntas a Luciana, Aécio quis fazer uma dobradinha com a psolista para atacar o PT com denúncias de corrupção na Petrobras. Surpresa: ela não mordeu a isca, e devolveu as acusações contra o partido de Dilma mirando na testa do tucano com acusações de malfeitos nos governos do PSDB. Aécio não respondeu aos ataques, limitou-se a tachar Luciana de "linha auxiliar do PT". Constrangimento. Já Marina, como sói acontecer, não foi nem bem nem mal, mas se mostrou atenta ao debate tirando uma casquinha do clima belicoso entre Aécio e Luciana Genro: "Tenho dito que quem vai ganhar essas eleições não são as estruturas dos partidos da polarização: PT e PSDB, que acabaram de aqui se digladiar. Quem vai ganhar as eleições é uma nova postura, principalmente do cidadão brasileiro, que está disposto a fazer a mudança". O saco de pancadas do debate foi Dilma, que apanhou da maioria dos candidatos. Chato mesmo foi a repetição interminável de Eymael de sua experiência constituinte. Pastor Everaldo, o ultraliberal, e Levy Fidelix, o atirador, não supreendem mais. Em tempo: o moderador foi um pouco acima do tom. Às vezes pareceu rude.


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16/09/2014
Fazendo o "diabo"

Depois de levar um "sabão" do presidente em exercício da Fiesp, Benjamin Steinbruch, que alertou para a "angústia" do empresariado com a estagnação do país, o ministro da Fazenda demissionário, Guido Mantega, anunciou um novo pacote para agradar o setor produtivo. Segundo Mantega, o governo estendeu os benefícios da lei sobre tributação de lucros no exterior para todo o setor manufatureiro. A legislação, de maio deste ano, concede crédito fiscal de 9% às empresas de alimentos e bebidas, da construção civil e de serviços que atuam fora do país. Medida para beneficiar empresários em plena reta final da campanha eleitoral? Alô, TSE, isso é um escândalo!


Postado por Equipe do Blog às 03:05
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16/09/2014
Segura, Marina!

Ao dizer a empresários paulistas que se Marina ganhar a eleição vai mudar o modelo de partilha adotado pelo governo Lula no pré-sal, em contraposição ao de concessão, também defendido por Aécio Neves, o coordenador de sua campanha, Walter Feldman, cometeu um erro imperdoável, pior, deu carne aos cães. Era tudo que o PT precisava pra demonizar ainda mais a candidata do PSB. Vão chamá-la de "entreguista", "vendilhona da Pátria", "coveira da Petrobras" e que tais. Quando essa turma se junta pra demolir, sai de baixo, não sobra pedra sobre pedra.


Postado por Equipe do Blog às 12:03
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16/09/2014
Filho bastardo

As voltas que o mundo dá... Antes paparicado por todos, agora Paulo Roberto Costa está órfão. E ainda querem dizer que o dono dele é o Fernando Henrique.


Postado por Equipe do Blog às 11:37
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16/09/2014
O amor é lindo

Vira-e-mexe sai uma notinha dizendo que o PMDB não anda satisfeito com o PT. Semana passada circulou a informação que o partido ficou "irritado" com os petistas por causa do vazamento do depoimento de Paulo Roberto Costa, que atingiu alguns de seus caciques. Desta vez, consta que a bronca é porque o PMDB não foi consultado sobre a decisão da candidata Dilma de não divulgar o novo plano do governo para 2015/2018 ("Panorama Político" de "O Globo"). Na mesma coluna, o vice Michel Temer diz hoje que vai trazer o partido unido no apoio a Dilma no 2º turno. Sou mais o Temer, principalmente se o ex-diretor Paulo Roberto Costa se valer do direito constitucional de permanecer calado no depoimento à CPI Mista, amanhã.


Postado por Equipe do Blog às 11:35
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16/09/2014
O sem-noção

O presidente do PSB, Roberto Amaral, ainda vive no tempo dos "Chicago boys", dos "yuppies" e do Celso Furtado. Cremos que ele entrou na campanha errada.


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15/09/2014
Ladeira abaixo

Não apenas o mercado brasileiro projeta uma drástica redução no nosso Produto Interno Bruto em 2014. Também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgou hoje estimativa para o crescimento da economia brasileira, e sua aposta bate perfeitamente com o PIB do boletim Focus. Para a OCDE, o Brasil terá uma taxa de crescimento de apenas 0,3% em 2014, a segunda mais baixa entre as principais economias do mundo (o Focus estima um PIB de 0,33%). Esta revisão do crescimento do PIB nacional foi a maior feita pela OCDE em comparação às suas projeções de maio deste ano. No primeiro semestre, a estimativa era de que o Brasil cresceria em 1,8% em 2014. Ainda segundo a entidade, o rebaixamento do Brasil também ocorrerá em 2015. Para a OCDE, o País terá uma expansão de apenas 1,4% e, mesmo se sair da recessão, a taxa de expansão ainda será uma das mais baixas entre as grandes economias mundiais (pelo Focus, a projeção de 2015 caiu de 1,1% para 1,04%). Para os mercados do Brasil e do exterior, 2014 é um ano perdido, e 2015 segue no mesmo caminho.


Postado por Equipe do Blog às 01:27
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15/09/2014
Sem motivos para voltar

Venceu o prazo fatal da Justiça Eleitoral para substituição de candidaturas nas eleições majoritárias, e o Lulinha não voltou. As viúvas devem estar tristes, mas se observarmos o baixo quórum que o ex-presidente reuniu à sua volta no evento desta manhã no Rio de Janeiro, em defesa da Petrobras (apenas 500 manifestantes), o melhor caminho para Lula era mesmo deixar seus planos para 2018. Ele não está com essa bola toda.


Postado por Equipe do Blog às 12:59
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15/09/2014
Tem mais pesquisa? Tem sim senhor!

Ibope e Datafolha já estão com seus pesquisadores nas ruas de todo o País para fechar novas sondagens presidenciais. A pesquisa do Ibope deve sair na terça-feira, e o Datafolha, na quinta. Os números poderão mostrar se o tiroteio petista para cima de Marina Silva está fazendo estragos na campanha do PSB. Em relação a Aécio Neves, as novas pesquisas podem vir a indicar se a subida de tom do tucano vem impactando os eleitores. Se as intenções de voto continuarem variando para baixo ou para cima dentro da margem de erro, é sinal de que os brasileiros continuam ignorando as eleições 2014.


Postado por Equipe do Blog às 12:51
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15/09/2014
Muita fumaça, mas haverá fogo?

Nesta semana o tema das traficâncias na Petrobras pode vir a ganhar novo fôlego com o comparecimento do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa à CPI Mista que investiga denúncias de corrupção na empresa. Como já dissemos, ainda não é possível prever se o ex-diretor virá munido de habeas corpus preventivo para ficar calado, ou se os aliados do governo agirão nos bastidores para que ele se cale na hora em que forem ligados os microfones e as câmeras de TV. Somente no dia da sessão da CPMI é que se vai saber o que sairá da caixa de Pandora do ex-diretor. Muita sujeira ainda pode surgir, assim como a reunião pode dar em nada. É esperar pra ver.


Postado por Equipe do Blog às 12:26
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15/09/2014
Campanha morna

De hoje até o 1º turno das eleições (5/10), serão apenas 20 dias de campanha, mas não se pode dizer ainda que entramos na reta final do pleito de 2014. O eleitor parece ainda não totalmente interessado em definir escolhas (haja vista o baixo índice de menções espontâneas nas pesquisas para presidente, governos estaduais e Senado), e quiçá a campanha esquente mesmo nos últimos debates. Nesse aspecto, o encontro de presidenciáveis na CNBB, programado para amanhã, pouco deve ser visto pela população. Afinal, um debate transmitido pela TV Aparecida tem tudo para pouco aparecer.


Postado por Equipe do Blog às 12:11
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15/09/2014
A conta é nossa

Mercado estima que economia brasileira crescerá magros 0,33% em 2014. Igualitária, a conta da estagnação será paga por todos. Pelas empresas, principalmente as de pequeno e médio portes, que desde julho acumulam dívidas em atraso motivadas por queda nas vendas, aumento de custos e juros. O buraco, porém, é literalmente mais "fundo". A dívida das empresas com o FGTS cresceu 42% em 2013 e atingiu R$ 23 bilhões. Pra obter o que é seu, o trabalhador terá de recorrer à Justiça. Essa face perversa da estagnação ainda não apareceu na campanha eleitoral.


Postado por Equipe do Blog às 11:50
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