02/03/2015
PAC, a bola da vez
"Valor" confirma que acordo de delação dos executivos da Camargo Corrêa vai mexer em vespeiro: obras de estatais de energia nas gestões de Lula e na 1ª de Dilma. Entre elas, algumas do PAC (aquele cuja mãe Lula disse que era Dilma, lembram?), que, lançado em 2007, previa investimentos de R$ 500 bi até 2010 em obras de infraestrutura (habitação, saneamento, transporte), muitas delas financiadas pelo BNDES. O banco ainda não é alvo de investigação, mas pode vir a ser. Se o MP firmou acordo com os executivos da Camargo, algo eles têm pra contar.

Postado por Equipe do Blog às 14:05
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Teresa Ferrão
02/03/2015
De mal a pior

A partir de hoje os brasileiros começarão a receber contas de luz no mínimo 23,4% mais caras. Com a entrada em vigor da revisão extraordinária das tarifas aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as contas vão subir de forma diferenciada, de acordo com a região. Para os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a alta será de 28,7%, em média - 4,5 vezes maior que a aplicada para aqueles que vivem em estados do Norte e Nordeste, que será de 5,5%, também na média. E não serão apenas os consumidores domésticos que sofrerão com os reajustes de energia. Estudo do sistema Firjan mostra que a indústria será penalizada com um aumento no custo da energia elétrica que pode chegar a até 27,3%. Não adianta Dilma e o governo repetirem como mantra que a escassez de chuvas comprometeu a recomposição dos reservatórios das usinas hidrelétricas e coisas assim. Para quem, em rede nacional, alardeou uma redução de 16% para os consumidores domésticos e de 28% para o setor produtivo, afirmando que a medida iria ajudar a economia como um todo, na geração de empregos, na abertura de maiores oportunidades etc, agora não dá para querer que as pessoas engulam que "o aumento é necessário", como ela afirmou durante a inauguração do Parque Eólico de Geribatu. Os cidadãos e os empresários sentirão no bolso o peso do aumento nas tarifas de energia, e como se diz no popular, é no bolso que as "maldades" doem mais.


Postado por Equipe do Blog às 05:12
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02/03/2015
Sabe com quem está falando?

Registramos aqui no sábado, na nota sobre a retirada das desosonerações da folha de pagamento de setores da indústria, que as declarações do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que classificou de "grosseira" e "brincadeira" a política de desoneração de Dilma e Guido Mantega, tinham desagradado ao petismo, hoje refratário às medidas contidas no ajuste fiscal proposto pela Fazenda. Pois ao longo do sábado, a presidente declarou à imprensa em visita ao Uruguai, onde se encontrava para inaugurar, ao lado do então presidente José Mujica, o Parque Eólico Artilleros, uma parceria entre os dois países, que a fala do ministro tinha sido "infeliz". Ainda que puxão de orelha, ficou distante do aplicado pela presidente quando o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, teve que redigir nota negando mudanças na política do salário mínimo. A diferença de tratamento entre Levy e Barbosa demonstra que Dilma sabe com quem está falando. Representante dos bancos, Joaquim Levy não pode - e não deve - ser tratado da mesma forma que Barbosa. Como admitem lideranças do próprio PT ("Valor" de sexta-feira, 27): "Se ele (Levy) cair, ela (Dilma) cai". Precisa dizer mais?


Postado por Equipe do Blog às 02:42
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02/03/2015
Todo mundo em pânico

Apesar da pauta cheia no Congresso, com inúmeros projetos para serem votados, entre eles o Orçamento da União, os vetos presidenciais e, ainda, a eleição dos presidentes das comissões nas duas Casas, o assunto mais palpitante entre os parlamentares é mesmo a lista do petrolão que está pronta pra sair do forno do procurador-geral, Rodrigo Janot. A lista, sobre a qual se especulava no final do ano passado atingiria até 80 parlamentares, parece ter sido enxugada e, agora, fala-se em, no máximo, 40, entre deputados e senadores, de governo e de oposição. Até que os nomes sejam divulgados, muita gente vai dormir na base do Rivotril. Se é que vai...


Postado por Equipe do Blog às 02:07
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02/03/2015
Não está fácil pra ninguém

Na semana em que o Copom se reúne, o boletim Focus trouxe perspectivas ainda mais sombrias pra economia em 2015. Os economistas consultados pelo Focus aprofundaram o cenário de retração do PIB (agora será de -0,58%, contra -0,50% semana passada). Em relação à inflação, a piora também foi expressiva: de 7,33%, as estimativas para o IPCA passaram a 7,47% no fim do ano. Com tal cenário, o mercado acredita que o Copom elevará a Selic em 0,25%, levando a taxa para 12,5% ao ano. Para o BC, não tem jeito: se ficar o bicho pega, se correr, o dragão come.


Postado por Equipe do Blog às 01:46
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